A energia da serpente

Posted in espiritualidade, mistérios e ocultismo, sobrenatural on Novembro 7, 2009 by setimoportal

Sempre soubemos que O diabo é chamado antiga serpente, por ter enganado Adão e Eva e feito com que a morte e a escravidão chegasse a humanidade e a promessa da serpente era poder.

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Certo, muitas pessoas vão dizer: esta história de Adão e Eva é conto de fadas, e muita acredita que a maçã na verdade era o sexo.Mas na verdade nem maçã existia oque existia era um fruto chamado fruto do conhecimento do bem e do mal, no qual quem provasse se tornaria igual a Deus.

Simbolicamente escolheram para ilustrar este fruto usando a maçã, e na verdade tem tudo a ver porque a maçã cortada ao meio dizem revelar uma figura que lembra o pentagrama, estrela de cinco pontas.

Entâo nesta busca por poder o homem regrediu e decaiu como ainda acontece hoje em dia com práticas ocultismo e sede de poder se envolvendo em coisas que Deus sempre adertiu para não se envolver.

Mas voltando ao assunto, esta serpente ainda engana à muitos com promessas de algum poder e da pessoa se tornar um deus, bom na verdade todos nós já somos deuses, mas através de um novo nascimento, mas poucos pode compreender isto, somo imagem e semelhança de Deus, por não saberem disto aceitam falsas promessas do Diabo e se envolvem e práticas de ocultismo. 

Existe uma prática que promete despertar o poder através da energia de Kundalini:

Segundo esotéricos; Kundaliní é o alegado poder espiritual primordial ou energia cósmica que jaz adormecida no Múládhára Chakra, o centro de força situado próximo à base da coluna, e aos órgãos genitais. É a energia que transita entre os chakras.

Deriva de uma palavra em sânscrito que significa, literalmente, “enrolada como uma cobra” ou “aquela que tem a forma de uma serpente.

kundalini

Não aconselho de forma alguma ninguem fazer esta prática mas para que entendam veja como seria :

Precisamos começar a aprender a trabalhar com a energia sexual e purificá-la.
Como purificar essa energia?
Em primeiro lugar, devemos ter em mente que nosso corpo não é isolado de nosso Aspecto Divino. Quando reconhecermos esta verdade, poderemos usar a energia sexual como um instrumento para nos conectarmos com Ele.
Precisamos abrir todos os nossos chakras, principalmente o do coração e não utilizar mais só os dois primeiros (basal e sexual).
Abrindo nosso chakra do coração para a energia sexual , quando estamos amando nosso par como a nós mesmos, fortalecemo-nos contra doenças físicas e/ou psíquicas.

A energia da sexualidade precisa encontrar seu caminho para a Força Criativa de Deus.
Uma das práticas para sublimar a energia sexual é a abstinência de ato sexual por um curto período de tempo, que varia de pessoa para pessoa, conforme sua providência e necessidade. Quando retomarmos as atividades sexuais, procuremos fazê-la com a alma.
O objetivo disto é a sublimação de sua energia interna. Tente elevar essa energia da seguinte forma:
Inicie o por seu chakra básico. Visualize-o na cor vermelha, girando em sentido horário, por alguns segundos.

Como percebemos estudando sobre este assunto realmente vemos algo que tem muito sentido de certa forma veja mais nestas afirmações mais adiante:

 O sentimento amoroso deve ser partilhado entre as partes do casal, de uma maneira suave e terna, em que os parceiros fundem-se em um só sentimento. A alma coloca em primeiro lugar a outra pessoa e quer partilhar esse amor o maior tempo possível. Nada se espera em troca e tudo se ganha.
Nossos sentidos (tato, visão, paladar, audição) se aguçam e nos tornamos muito mais sensíveis ao delicado prazer.

Neste video vemos uma ilustração da energia terrena como no formato de uma serpente subir desde os chakras mais baixos e simbolicamente destilar o seu veneno na mente de uma pessoa 

As amarras são como fios de energia ligando um ao outro. Em toda relação sexual, existe troca de fluídos entre os parceiros. Cria-se um vínculo espiritual entre eles que não pode ser rompido, a não ser por um processo de purificação.
Se não dominamos nossos impulsos sexuais, poderemos ser envolvidos pelas amarras cármicas, por onde continuam fluir sentimentos entre as pessoas conectadas.
Por exemplo, se dormirmos com uma pessoa mal humorada, com crises de depressão, ou com muita raiva, passamos a vivenciar essas pesadas emoções de nosso(a)(s) parceiro(a)(s). Muitas vezes, começamos a apresentar o mesmo comportamento daquele(a)(s).

Seria mais do que inteligente de nossa parte escolher com cuidado nossos parceiros.

Resumo: temos que toma muito cuidado com certas práticas que estamos realizando, realmente somos seres espirituais  e tudo que fazemos tem alguma consequência, existem muitas energias que atuam na nossa vida, algumas dão o nome de espiritos ou forças, todos nós somos simbolicamente um templo, promessa de evolução espiritual com práticas estranhas e sem reconhecer Jesus como parte importante deste processo é uma grande contradição.

Podemos tirar algo de positivo deste assunto, todos nós entendemos que a pratica sexual é realmente uma experiência divina e onde podemos nos contaminar espiritualmente  Mas a energia da serpente é uma forma de desviar o foco e fazer com que as pessoas errem o  alvo .

Sou pastor e sou gay

Posted in Assuntos e manchetes, religião e fatos, religião e sexualidade com as tags on Outubro 13, 2009 by setimoportal

Teólogo diz que há assédio nas igrejas e que parte do preconceito contra homossexuais se deve a traduções erradas da Bíblia
Nascido no Chile, tem 31 anos e vive em São Paulo há 27. Assumiu a homossexualidade há sete anos

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Formado em teologia no Instituto Betel, com pós-graduação em ciência e religião. Ordenado na Assembléia de Deus, saiu para fundar a própria igreja, a Acalanto
A Igreja Metodista está entre as mais tradicionais denominações protestantes.

A Assembléia de Deus é famosa como uma das mais rígidas – muitos pastores ainda recomendam aos fiéis que não assistam à televisão e às mulheres que não usem calças para não ressaltar os quadris.

 O chileno Victor Ricardo Soto Orellana, de 31 anos, foi criado numa família metodista em São Paulo e ordenado pastor na Assembléia de Deus. Formado em teologia e pós-graduado em ciência e religião, já deu aula em três seminários. O que o diferencia da grande maioria dos religiosos é que ele é gay, e admite isso publicamente. Ainda, contesta as interpretações mais difundidas sobre o texto bíblico, que, em tese, condenam o homossexualismo. Polêmico, ele afastou-se recentemente da Assembléia para fundar sua própria igreja evangélica, a Acalanto. Depois de um culto, Orellana concedeu a ÉPOCA a seguinte entrevista

ÉPOCA – Por que falar publicamente sobre sua homossexualidade na condição de pastor evangélico?

Pastor Victor Orellana – Porque é um assunto velado dentro das igrejas e, por causa disso, ignorância e preconceitos são perpetuados. É necessário que o assunto seja debatido em toda a sociedade. O homossexual não é alguém que mora longe ou está do outro lado da rua. Ele pode ser um amigo nosso, um irmão ou um filho. Quanto mais conhecimento existir sobre o tema, menos sofrimento haverá para todas as partes envolvidas.

ÉPOCA – A homossexualidade e a Bíblia não são incompatíveis?

Orellana – De maneira alguma. Os homossexuais têm dificuldade de se ver aceitos por Deus porque as pessoas dentro das igrejas são preconceituosas. Mesmo os homossexuais religiosos têm preconceito. Muitos jovens entram em conflito porque pensam em exercer a espiritualidade cristã e as igrejas os impedem. São espezinhados, excluídos ou humilhados. Penso que a igreja não pode ser parcial nisso. Não pode escolher alguns e deixar outros de fora de seu rebanho. Ela é a representante de Deus na Terra e deve acolher a todos. Cristo jamais lançou fora ninguém, ele tem amor incondicional. Eu pessoalmente já passei por preconceitos quando fui ordenado pastor. Disseram-me que eu estava errado, em pecado.

ÉPOCA – Chegou a acreditar nisso?

Orellana – Nasci numa família evangélica. À medida que ia crescendo, maior era meu encontro com a fé. Entrei na Assembléia de Deus e no seminário para seguir o que senti ser um chamado de Cristo.

Ao mesmo tempo, fui tomando consciência de minha homossexualidade. Desde criança tinha sentimentos por homens, mas os reprimia. Isso mudou quando estava na Assembléia e um dirigente de minha congregação, um homem mais velho, me assediou. Pensei: ‘Porque eu me culpo a ponto de me anular, enquanto dentro da igreja há esse tipo de hipocrisia?’ Decidi aceitar minha orientação homossexual.

ÉPOCA – Contou à família?

Orellana – Minha família sabe há sete anos. O rosto fechado veio da minha mãe. Toda mãe espera muito dos filhos. E se você se nega a cumprir as metas que ela planejou é como se destruísse seus sonhos. Mas sou existencialista, creio que cada um tem a própria vida para viver. Meus irmãos me compreenderam melhor.

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